Ao longo dos anos, foram realizadas muitas pesquisas científicas sobre a composição e as características mensuráveis do mel de Manuka. Pesquisadores como o professor Thomas Henle, o professor Peter Molan, o professor Keiji Terao e o Dr. Robert Laheij contribuíram para o crescente número de publicações revisadas por pares nesse campo.

O mel de Manuka continua a ser examinado em ambientes de pesquisa acadêmica e clínica por seu perfil químico e compostos quantificáveis. A cada ano, novos artigos científicos são publicados explorando sua composição e marcadores de classificação. Muitas dessas publicações estão disponíveis em revistas científicas e editoras acadêmicas estabelecidas.

As instituições envolvidas na pesquisa do mel de Manuka incluem:

Universidade Técnica de Dresden (Alemanha)
Universidade de Kobe (Japão)
UCLA (EUA)
Universidade de Auckland (Nova Zelândia)
Hospital Elisabeth-TweeSteden (Holanda)